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2666

A literatura é um ofício perigoso.

 

Sacrofobia – medo ou aversão ao sagrado, aos objectos sagrados
Gefirofobia – medo de atravessar pontes
Claustrofobia – medo dos espaços fechados
Agorafobia – medo dos espaços abertos
Necrofobia – medo dos mortos
Hematofobia – medo do sangue
Pecatofobia – medo de cometer pecados
Clinofobia – medo das camas
Tricofobia – medo do cabelo
Verbofobia – medo das palavras
Vestiofobia – medo da roupa
Iatrofobia – medo dos médicos
Ginefobia – medo da mulher
Ombrofobia – medo da chuva
Talassofobia – medo do mar
Antofobia – medo das flores
Dendrofobia – medo das árvores
Optofobia – medo de abrir os olhos
Pedifobia – medo das crianças
Balistofobia – medo das balas
Tropofobia – medo de mudar de situação ou lugar
Agirofobia – medo das ruas ou de atrevessar uma rua
Cromofobia – medo de certas cores
Nictofobia – medo da noite
Ergofobia – medo do trabalho
Decidofobia – medo de tomar decisões
Antropofobia – medo das pessoas
Astrofobia – medo dos fenómenos meteorológicos
Pantofobia – medo de tudo
Fobofobia – medo dos próprios medos

 

À lista que Roberto Bolaño enumera num diálogo entre um polícia e um directo de manicómio, José Mário Silva acrescenta a 2666fobia: o medo de não acabar o livro de Roberto Bolaño.

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«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral