Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

 

«Ninguém melhor do que Roberto Bolaño para descrever o hilariante e improvável triunfo de Roberto Bolaño. O que é uma pena porque ele está morto. No momento da sua morte, em 2003, Bolaño era um dos grandes escritores de língua espanhola, mas virtualmente desconhecido e ainda não traduzido para inglês. Não é difícil de perceber que assim tenha sido. Bolaño era um escritor difícil, zangado e auto-reflexivo que levava uma vida errática e ocasionalmente infeliz.»

 

Mais sobre Roberto Bolaño, 2666 e como este seu livro póstumo se tornou no melhor livro de 2008, na Time, para ler aqui.

 



por 2666 às 15:01
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«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
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