«[2666] questiona a ideia do que é um romance e do que deve ser a relação com o leitor - muitas vezes francamente desorientado pelo caminho, honestamente perplexo com a «mensagem», agudamente incomodado com a violência ou com as derivas de Bolaño, que começa um tema para subitamente se lançar, como que caído num alçapão em páginas habitadas por outras histórias.»
Sílvia Souto Cunha, na Visão, edição de 14 de Setembro.