Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

«Na última entrevista antes da sua morte (à Playboy mexicana) Bolaño foi submetido a dois desafios curiosos. Quando lhe pediram para descrever a sua ideia de Paraíso, respondeu: "Veneza um lugar cheio de homens e mulheres italianas. Um lugar gasto, deterioriado, que sabe que nada perdura, nem mesmo o Paraíso,e que no final de contas, isso não assim tão importante." E quando lhe perguntam qual a sua ideia de Inferno: "Juárez, a nossa maldição e o nosso espelho, a reflexão inquieta das nossas frustações, da noss infame interpretação da liberdade dos nossos desejos".»  

 

Em cinco partes, como 2666, Rogério Casanova disseca o monumento literário de Roberto Bolaño.A parte da ambição; a parte da continuidade; a parte das coisas que acontecem; a parte do que tudo isto significa; a parte do resultado final. Todas as partes entre as páginas 42 e 48 da revista Ler.

 

Veneza.

 

 Juarez.



por 2666 às 18:39
link do post | comentar

1966 e 2666 por 2666

Na crónica de Eduardo Pitta: «Foi você que pediu um Bolaño?»: no seguimento do seu post sobre a capacidade e tempo de leitura de grandes livros, Eduardo Pitta dedica a sua crónica a 2666: e diz «Cada época impõe os seus protocolos. Em 1966 era proibido não ver Blow-Up, de Antonioni. Hoje é um opóbrio não ter lido 2666 de Roberto Bolaño».

 





Arquivo

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

tags

todas as tags

«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
Subscrever por RSS