Sábado, 5 de Setembro de 2009

«Encontramos os amigos todos em 2666, é como ir ao café do bairro.» Rogério Casanova está a ler 2666, na edição da Quetzal (tradução de Cristina Rodriguez e Artur Guerra) e publica em primeira mão um excerto do livro.





Arquivo

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

tags

todas as tags

«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
Subscrever por RSS