Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

A propósito do Senhor Palomar, no blogue How.Now fala-se da edição portuguesa de 2666.


 

You might not know, but Portugal has been going crazy lately because 2666 was recently published in the tongue for the first time. They even threw a festa/dança for the lançamento of the book in portuguese, which I thought was kinda fun. Why don’t we have a dance party every time a new translation of Murakami comes out?



por 2666 às 17:49
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Ler 2666 por 2666

Paulo Alves, do blogue Olhos Fechados, esteve no lançamento de 2666, trouxe um livro e promete manter aqui um registo da sua leitura. 

 


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por 2666 às 16:41
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Excertos por 2666

 

Ilustrado com esta imagem, um excerto de «A Parte de Amalfitano» publicado blogue Leitores SOS Murça.


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por 2666 às 17:19
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Leitores por 2666

Dora Santos Silva, culturascópio.


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Ainda sobre o lançamento (e um linque para um texto sobre o livro). por 2666

Há um post sobre todo o fim-de-semana que passou, de Bruno Vieira Amaral. Começa com a descrição do tenebroso evento e dedica algumas palavras (as suficientes) ao que deve fazer o verdadeiro escritor - deve deixar tudo na arca ou, no máximo, pendurar as folhas A4 no estendal, sujeitas ao teste do tempo e do Tempo - e ao que é permitido ao editor: admitindo a existência de tão negra figura, ser-lhe-á concedido o privilégio de passar as molas ao génio.

 

Bruno Vieira Amaral publicou na edição de sábado do jornal i, um texto crítico sobre 2666. Uma versão um pouco maior pode ser ser lida no blogue.


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por 2666 às 10:43
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
2666 em Braga por 2666

Na livraria Capítulos Soltos.


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por 2666 às 17:23
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Do contra. por 2666

Três textos de três resistentes ao entusiasmo que se gerou em torno da publicação de 2666: Eurico de Barros, no Diário de Notícias, João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos, e Ana de Amsterdam. Comentários aos dois primeiros por José Mário Silva, Francisco José Viegas e Senhor Palomar.


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por 2666 às 15:51
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Ecos do lançamento por 2666

No Bibliotecário de Babel (que promete não voltar a falar tão cedo de 2666), nos comentários desse mesmo post, no Sushileblon, no irmaolucia, no ciberescritas.

 


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por 2666 às 11:15
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Sábado, 26 de Setembro de 2009
26 de Setembro, 0 horas e poucos minutos. por 2666

Francisco José Viegas.

 

António Pedro Vasconcelos.

 

Carla Bolito.

 

José Eduardo Agualusa.

 

José Mário Silva.

Soraia Chaves.

 

Carlos Vaz Marques.

 

 

 

 


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por 2666 às 23:54
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Faltam poucas horas por 2666

O lançamento da edição portuguesa de 2666, de Roberto Bolaño, começa já daqui a nada, na Ler Devagar | Lx Factory, em Lisboa. Vai ser uma festa - uma festa em torno de um livro que uniu milhões de leitores em todo o mundo. Nunca é demais dizer que todos os leitores estão convidados.

 


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por 2666 às 18:09
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O efeito Bolaño, pelo leitor sem qualidades: por 2666

Um destino obscuro de leitura, eis para onde me conduzem os caminhos bifurcados desta estranha cartografia literária que, a avaliar pelo que circula na net, no youtube, na blogosfera, em sites sobre o autor chileno (talvez mais mexicano que chileno), vem secundado por um efeito Bolaño que vai transformando os leitores ocasionais em seguidores fiéis de uma obra tragicamente inconclusa, fragmentária, testamentária - a cujos segredos vão acedendo postumamente, como se escutassem na caixa negra de um avião acidentado uma voz derradeira atravessando com inteireza as turbulências da viagem final.


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por 2666 às 18:07
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De Macondo a Santa Teresa por 2666

«Quando se começa a ler, damo-nos conta de que é qualquer coisa de novo que está ali, uma espécie de “livro sobre todos os livros”, muito à maneira de Borges, mas rompendo com aquele tom do “mágico latino-americano”. De alguma maneira, se Macondo é o lugar fundador de uma parte dessa literatura, Santa Teresa [a cidade do romance de Bolaño] é o fim de toda a inocência, é a cidade onde o fantástico passa a ser épico.»

 

Francisco José Viegas sobre 2666, em declarações ao Actual/Expresso.


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por 2666 às 18:01
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O homem por 2666

 

José Mário Silva publicou no blogue o texto sobre O homem que escreveu 2666, publicado na edição de 19 de Setembro no Expresso e ilustrou-o com uma fotografia inspirada (como sempre, aliás, de Daniel Mordzinski).

 

 

 


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por 2666 às 16:03
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Convite para mais logo (versão alternativa) por 2666

 

Não é só o livro propriamente dito que tem uma tiragem especial. O lançamento de logo à noite tem uma versão alternativa do convite desenhada pelo talentoso ilustrador e DJ irmaolucia.


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por 2666 às 15:43
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Literatura, esse ofício perigoso (take 2) por 2666

A propósito da sua vida, Isabel Coutinho publica no seu blogue algumas palavras de Roberto Bolaño, em 1999, no Discurso de Caracas (lido no momento da atribuição do prémio Rómulo Gallegos):

 

¿Entonces qué es una escritura de calidad? Pues lo que siempre ha sido: saber meter la cabeza en lo oscuro, saber saltar al vacío, saber que la literatura básicamente es un oficio peligroso. Correr por el borde del precipicio: a un lado el abismo sin fondo y al otro lado las caras que uno quiere, las sonrientes caras que uno quiere, y los libros, y los amigos, y la comida. Y aceptar esa evidencia aunque a veces nos pese más que la losa que cubre los restos de todos los escritores muertos. La literatura, como diría una folclórica andaluza, es un peligro.”


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por 2666 às 15:37
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«Mas quem foi e o que fez este chileno genial que só começou a publicar prosa aos 40 anos de idade?» por 2666

O texto de José Riço Direitinho sobre Roberto Bolaño, publicado hoje no Ípsilon, já está online.

 

 


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por 2666 às 15:01
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Bolañomania por 2666

Nem A Bola quer passar ao lado do grande acontecimento literário do ano.


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por 2666 às 14:59
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Sobre o mundo mais obscuro por 2666

Acredita que «2666» foi determinante para impulsionar as obras de Bolaño no Mundo?
Com toda a certeza. «2666» criou uma onde de bolañomania, uma espécie de mitologia literária moderna que reposiciona a literatura sem a encher do adjectivo «latino-americana», reinventando o grande romance, anunciando que ele (o romance) não morreu nem pode morrer – porque todos temos não só necessidade de contar histórias mas, também, de ouvir histórias sobre outras histórias, sobre o mundo mais obscuro, sobre sexo, sobre literatura, sobre amor, sobre desilusão.

 

Francisco José Viegas fala enquanto editor ao Diário Digital. A entrevista na íntegra aqui.


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por 2666 às 13:08
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Bolaño, Borges, Faulkner, e poucos mais. por 2666

 

 

 

José Riço Direitinho atribuiu 5 estrelas a 2666. Hoje, no Ípsilon.


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por 2666 às 12:56
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
A cada leitor o seu exemplar. por 2666

Daqui a vinte e quatro horas, na Ler Devagar da Lx Factory, estão disponíveis pouco mais de uma centena de exemplares de uma tiragem especial. Foram impressos em papéis de gramagens e cores diferentes, dispostos aleatoriamente. E sobre a capa da edição normal, esta:


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por 2666 às 23:59
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Um livro total por 2666

«(...) Há romances – muito poucos – que ambicionam abarcar o mundo inteiro. Não lhes interessa reflectir a realidade, mas antes criá-la de novo, reinventá-la, explorar-lhe os limites. São livros totais, que se deixam inebriar pela própria desmesura, sem medo do falhanço ou dos abismos para onde a sua ambição os pode arrastar.»

 

José Mário Silva publicou no Bibliotecário de Babel o texto que escreveu para o actual sobre 2666.


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por 2666 às 17:49
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O vídeo que já passa em algumas livrarias do país. por 2666

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por 2666 às 17:30
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Alçapões por 2666

«[2666] questiona a ideia do que é um romance e do que deve ser a relação com o leitor - muitas vezes francamente desorientado pelo caminho, honestamente perplexo com a «mensagem», agudamente incomodado com a violência ou com as derivas de Bolaño, que começa um tema para subitamente se lançar, como que caído num alçapão em páginas habitadas por outras histórias.»

 

Sílvia Souto Cunha, na Visão, edição de 14 de Setembro.


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por 2666 às 15:19
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Hoje, na Visão: por 2666

 

O texto começa assim: «O argentino Jorge Luís Borges, que Roberto Bolaño tanto admirou, dizia que o amor é uma religião organizada em torno de um deus falível. Talvez se possa dizer o mesmo a propósito da literatura. Ou da violência. Ou do sexo. Estão todos presentes em 2666.»


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por 2666 às 14:52
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Do lançamento por 2666

 

A partir das 23h00, na Ler Devagar | Lx Factory. Haverá margaritas e acepipes temáticos. Haverá uma edição especial, de tiragem reduzida, em que cada exemplar é único. Haverá a edição normal.  Haverá leituras: António Pedro Vasconcelos, José Mário Silva, Carla Bolito, José Eduardo Agualusa, Soraia Chaves, Tiago Gomes e Carlos Vaz Marques. E depois, a partir da uma e meia, o DJ irmaolucia afina o rock pelo 2666 no MusicBox. A entrada é facilitada a quem comprar o livro durante o lançamento.   


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por 2666 às 22:22
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«Caros leitores: eis o livro do ano.» por 2666

É o título do texto da Ana Gomes Ferreira, para se ler em papel na edição* que amanhã chega às bancas, e onde escreve: «há tanto dentro de 2666 que dizer que é só um romance é o mesmo que dizer que o Empire State Building é uma casinha» e conclui «se

acontecer como em Espanha e nos EUA, esse contágio vai dar origem a uma nova palavra: bolañomania.»

 

 

* e não é uma edição qualquer, mas o especialíssimo número em que se comemora o segundo aniversário da revista.

 

 


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por 2666 às 22:01
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Um texto de Enrique Vila-Matas sobre Roberto Bolaño na edição de amanhã do JL por 2666

 

O texto de onde tirámos este excerto é publicado nas páginas dedicadas pelo Jornal de Letras num especial que junta Roberto Bolaño e Stieg Larsson. A partir de amanhã nas bancas.

 

 


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por 2666 às 18:19
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Domingo, 20 de Setembro de 2009
Roberto Bolaño na capa por 2666

O tema da edição do suplemento Actual do jornal Expresso «O homem que escreveu 2666». Um texto de José Mário Silva explica como Roberto Bolaño era apenas conhecido num grupo restrito onde era visto como um herdeiro legítimo de Borges e Cortázar e como 2666 lhe «escancarou as portas de uma glória póstuma». Mais adiante, nas páginas de crítica, fala-se das «mais de mil páginas, geniais e magnéticas» deste livro que cria de novo a realidade, reinventa-a, explora-lhe os limites.

 


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por 2666 às 23:57
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
A realidade encontra 2666 por 2666

A notícia é da edição de terça-feira, do El Mundo. As mulheres de Ciudad Juárez (em que Roberto Bolaño ser terá inspirado para a criação de Santa Teresa, o lugar de todos os crimes de 2666) pintam cruzes numa parede com fundo rosa. Estão revoltadas com a falta de medidas e de resultados em relação à criminalidade na povoação: «El problema más serio es que siguen existiendo mujeres y siguen desapareciendo mujeres, y continúa el crimen»

 

 

 


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por 2666 às 00:36
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Do outro lado do Atlântico, do lado de Santa Teresa por 2666

Milton Ribeiro lê 2666, numa edição comprada no Uruguai. E, mesmo assim, este leitor de Roberto Bolaño ainda consegue ler este blogue e muito amavelmente lincá-lo.

 

Sim, eu não suportei a angústia. Quando fui a Montevideo, ele estava bem na entrada da Puro Verso. Abri o livro de 1125 páginas, vi que era de leitura confortável, com pontos de parada a cada duas ou três páginas; pensei que um livro daquele tamanho poderia ser mais um problema ortopédico do que literário para o leitor, mas que se repetiria na tradução brasileira.

 

Temos pena que não possa estar no lançamento. Só faltam 8 dias.

 


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por 2666 às 23:58
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«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
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