Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

«A violência e a morte são panos de fundo em 2666, que liga várias estórias através dos assassinatos de 300 jovens e pobres raparigas da cidade ficcional de Santa Teresa (que terá correspondência na real Ciudad Juarez, no México). A crítica respondeu de forma entusiástica. Houve quem falasse num momento definidor da literatura sul-americana, comparando esta obra de fôlego a uma outra – Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.»

 

Do texto de Hugo Torres, publicado no Rascunho.net a 20 de Julho de 2009, a propósito do publicação em Portugal de 2666.



por 2666 às 11:34
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Domingo, 30 de Agosto de 2009



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«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
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