Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
1966 e 2666 por 2666

Na crónica de Eduardo Pitta: «Foi você que pediu um Bolaño?»: no seguimento do seu post sobre a capacidade e tempo de leitura de grandes livros, Eduardo Pitta dedica a sua crónica a 2666: e diz «Cada época impõe os seus protocolos. Em 1966 era proibido não ver Blow-Up, de Antonioni. Hoje é um opóbrio não ter lido 2666 de Roberto Bolaño».

 



por 2666 às 13:10
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1 comentário:
De João Ventura a 14 de Outubro de 2009 às 15:51
Mas, e a bolañomania? Embora incitada, e excitada, por uma causa justa, a de nos pôr a ler Bolaño, não será ela, paradoxal e visceralmente, anti-bolañiana? [Ler sobre a bolañomania que anda por aí em «O Leitor sem qualidades»]


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«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
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