Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

 

O texto começa assim: «O argentino Jorge Luís Borges, que Roberto Bolaño tanto admirou, dizia que o amor é uma religião organizada em torno de um deus falível. Talvez se possa dizer o mesmo a propósito da literatura. Ou da violência. Ou do sexo. Estão todos presentes em 2666.»



por 2666 às 14:52
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«Um livro contra o esquecimento que, nas suas qualidades e nas suas imperfeições, é uma profissão de fé no poder da literatura.» Bruno Vieira Amaral
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